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domingo, 30 de dezembro de 2012

Achantina fulica

                O Caramujo Africano (Achantina  fulica) foi introduzido no Brasil por volta do ano de 1988, com objetivo meramente comercial como alimento - o "escargots" - contudo muitos que trouxeram o molusco abandonaram seus projetos e não tiveram a preocupação com as consequencias em deixar ou abandonar o animal, nos rios, matas e soltos sem nenhum tipo de controle biológico, resultado - A Invasão do Caramujo Africano. 
                A meu ver não podemos fazer muita coisa, e em uma conversa informal, já houvi de tudo, - joga veneno, cal vegetal, sal grosso, mas o que pode ser feito mesmo, ninguem confirma o que dará certo. Sem falar que pode transmitir várias doenças ao homem - como a meningite e angiostrongilose abdominal. Não há nenhum estudo sobre os predadores desse pequeno animal, mas li na internet que em algumas fazendas nas regiões da Mata Atlântica, algumas especies de lagartos estariam predando os caramujoas que estavam se reproduzindo em grandes quantidades. 
              Mas, de qualquer forma, não oriento a ninguém a jogar qualquer substância no quintal sem realizar o devido estudo, mas em pricípio o caramujo pode ser coletado um a um em recepiente resistente ao fogo para ser incinerado, para evitar a continuidade da espécie, procurar locais com sombra e umidade no quintal que é onde eles se reproduzem e depositam os ovos e, acima de tudo, deixar o quintal sempre limpo.
              Uma boa opção é a criação de galináceos cujo a alimentação se baseia em pequenos invertebrados e material vegetal, mantendo assim o quintal limpo.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Espécies invasoras podem trazer riscos ao meio ambiente

clipping

A pé, a cavalo, de carro ou barco, milhares de espécies animais ou vegetais viajam por todo o planeta. Alguns destes passageiros são clandestinos, outros declarados e legais, mas, de fato, muitos deles são invasores incontroláveis. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), que se reúne no início de setembro na Coreia do Sul, estes “elementos alienígenas” já ocupam o terceiro lugar nas ameaças às espécies em risco de extinção.

Nos locais em que chegam, prosperam às custas de seus anfitriões – flora, fauna, atividades humanas – devorando alguns, desalojando outros ou contaminando-os com novas doenças. “As espécies invasoras têm um impacto maior no mundo e, em alguns países, o custo é astronômico”, explica Dave Richardson, diretor do Centro de Biologia Invasiva da Universidade de Stellenbosch, na África do Sul.

Às vezes são espécies introduzidas voluntariamente pelo homem que saíram do controle: o ratão-do-banhado, criado por sua pele, que destrói diques e margens dos rios; ou o lagostim americano, fértil e muito resistente, que contribuiu para a extinção quase total de lagostim nativo da Europa.

O “estrangeiro” pode mostrar um aspecto muito inocente: o esquilo asiático, por exemplo, transmite doenças, ou o coelho europeu, que se reproduz em alta velocidade e devasta os cultivos, já que nenhum predador natural o neutraliza. Outros, crustáceos, vermes e simples fungos, passam despercebidos até que seja muito tarde.

Apenas no âmbito europeu, o projeto Daisie (Delivering Alien Invasive Species Inventories for Europe), financiado pela Comissão Europeia, havia identificado 11.595 espécies “estrangeiras” no fim de agosto. Cerca de mil espécies marinhas, 2,4 mil invertebrados, mais de 6,6 mil plantas terrestres figuram no inventário europeu. E a lista não para de crescer, graças à explosão do comércio e das viagens intercontinentais.

Até a Antártida, a região mais isolada do mundo, agora está ameaçada. Um estudo americano demonstrou recentemente que os turistas e pesquisadores levaram involuntariamente sementes diferentes, que poderiam se desenvolver às custas da flora local. “A globalização da natureza planetária será difícil de deter”, adverte Jean-Philippe Siblet, diretor do Serviço do Patrimônio Natural no Museu Nacional de História Natural (MNHN) de Paris, que espera que os ecossistemas afetados se adaptem sem serem muito desequilibrados.

Segundo uma estimativa de 2001, o custo global de depredações causadas por estas espécies alcançaria a soma de 1,4 bilhão de dólares. “Sempre é difícil dar um número definitivo sobre estas coisas (…), mas o custo pode se tornar uma bola de neve à medida que transplantamos outras espécies a zonas onde existem em estado natural”, considera Tim Blackburn, diretor do Instituto de Zoologia da Sociedade Zoológica de Londres.

Tomando consciência do perigo, os Estados e regiões estão começando a organizar a luta, mas a cooperação internacional falha e, “em muitos casos, os tratados e convenções não são efetivos”, afirma Dave Richardson.
As ações que precisam ser empreendidas são caras e complicadas, e requerem investimento financeiro e humano no longo prazo. Para completar, introduzir um predador ou um inseto para frear um invasor é possível, mas sempre há o risco de fazer mais mal do que bem.

O debate é árduo entre os partidários de uma guerra drástica e os que, como Jean-Philippe Siblet, defendem uma “erradicação inteligente”. “Nem todas as espécies que chegam a um território se tornam invasoras”, indica o biólogo, que julga que “se pode ter ido muito longe na demonização de certas espécies”.

Em alguns casos, uma espécie exótica pode ser um “enriquecimento”, afirma Siblet, lembrando que muitas espécies que agora são consideradas “indígenas”, como a batata ou o tomate na Europa, por exemplo, foram importantes. (Fonte: Portal Terra)

domingo, 22 de julho de 2012

DNA, GENE E CROMOSSOMO.

Qual a diferença entre DNA, gene e cromossomo?

A diferença principal é de tamanho. O menor de todos é o gene. A partir daí, a coisa aumenta: vários genes em seqüência formam o DNA, um conjunto de moléculas que carrega a informação genética de todos os seres vivos. "Uma comparação ajuda a entender essa diferença. Se imaginarmos que o DNA é um colar, cada uma das contas que formam o colar será um gene", afirma a geneticista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo (USP). Acontece que o DNA é um "colar" enorme: se o DNA presente em uma única célula humana pudesse ser esticado em linha reta, ele atingiria 2 metros de comprimento. Como fazer esse troço todo caber em cada uma das nossas microscópicas células? Aí é que entram os cromossomos. Eles são estruturas presentes em cada uma das 100 trilhões de células do organismo que servem justamente para armazenar o DNA. Dentro dos cromossomos, a fita enorme fica supercondensada, enrolada em forma de mola num espaço minúsculo. Tirando essa diferença de tamanho, o resto é só semelhança, já que DNA, gene e cromossomo servem no fundo para a mesma coisa: determinar e passar adiante as características que moldam o jeitão de cada espécie viva. É esse conjunto de informações genéticas que vai indicar desde a espécie a que o ser vivo pertence (se vai ser um homem, um camelo ou um peixe) até traços mais individuais, como cor dos olhos, tipo sanguíneo e o formato dos dedos do pé. O mais impressionante é que uma pequena mudança nesse material genético já é o suficiente para alterar totalmente um ser vivo. Vale lembrar um conhecido exemplo: o homem e o chimpanzé compartilham 98% de seu DNA. Apenas os 2% restantes é que determinam o mundo de diferenças que há entre nós e nossos parentes peludos.
Maravilhas microscópicas
Essas estruturas minúsculas são responsáveis por todas as nossas características genéticas

INGREDIENTE BÁSICO

Os genes, o DNA e os cromossomos são constituídos por proteínas chamadas bases hidrogenadas. Cada uma delas carrega o menor pedacinho possível de informação genética — por isso, elas são consideradas o ingrediente básico da "receita" dos seres vivos. Para cada indivíduo, a seqüência dessas proteínas é diferente. Por isso, não há um indivíduo com "receita" igual a outro e não existem seres vivos com características genéticas idênticas.

GENE

O QUE É: É uma seqüência pequena de bases hidrogenadas capaz de definir uma característica do ser vivo. No caso do ser humano, há um gene para a altura, outro para a cor da pele, um terceiro para o fio do cabelo e assim por diante.

TAMANHO: 0,4 micrômetro (algo como a metade do diâmetro de um fio de cabelo).

CROMOSSOMO

O QUE É: É a estrutura dentro da célula que armazena o DNA dos seres vivos. Dentro de cada cromossomo, o DNA fica como uma fita enrolada em espiral. Por isso, todo o DNA cabe em uma célula.

TAMANHO: 1,4 micrômetro (uma vez e meia o diâmetro de um fio de cabelo).

DNA

O QUE É: É a seqüência completa de bases hidrogenadas. O DNA contém toda a informação genética — a "receita" — de um ser vivo.

TAMANHO: Se você retirasse os DNAs presentes em todas as células do corpo humano e os esticasse em seqüência, eles formariam uma fita de 6 bilhões de km — ou 40 vezes a distância entre a Terra e o Sol.

LIVRO DE RECEITAS

Esse mundo de informações genéticas é armazenado em todas as células do organismo. No corpo humano, o DNA fica em 23 pares de cromossomos em cada uma das 100 trilhões de células. É como se cada célula fosse um "livro de receitas" completo de cada indivíduo.

FONTE: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-a-diferenca-entre-dna-gene-e-cromossomo

sábado, 21 de julho de 2012

Frequência Cardiaca Máxima

Bom, em atividade física, para se obter a frequência cardiaca máxima podemos seguir a seguinte fómula, não que ela seja a mais correta, pois existem várias outras, mas esta é a mais utilizada: Masculino: FCmáxima = 220 - idade e Feminino: FCmáxima = 210 - idade. E para se obter um resultado nas atividades físicas, podemos calcular a Frequência Cardiaca de Esforço, que pode ser 70 a 90% da FCmáxima. Assim você estará realizando atividade física dentro de uma faixa de segurança para seu coração não parar. Isso não é uma orientação médica, porque o ideal é, antes de realizar uma atividade física procurar um médico.