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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sangue Humano!!

por Charles Flaminio Azambuja
 
O sangue humano tem em sua composição Plasma, Glóbulos Vermelhos, Glóbulos Brancos e Plaquetas. Tudo funciona como uma fábrica. Na Medula Óssea são produzidos os componentes Glóbulos Vermelhos, Glóbulos Brancos e Plaquetas, enquanto o Plasma, a parte líquida do sangue, é formada pela água que consumimos. E ela só consegue produzir tais células porque na sua constituição existe dois tipos de células-tronco": a mieloide e a linfoide.
O Glóbulo Vermelho, Hemácia ou Eritrócito, possuí em sua composição a Hemoglobina, e sua função é o transporte do oxigênio, que inspiramos, do pulmão para as outras partes do corpo e resgatar o dióxido de carbono,  até o pulmão para que seja expelido.

O Glóbulo Branco ou Leucócitos, são as chamadas células de defesa do organismo e sua função principal é a defesa. Podem ser divididos em neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos.
Plaquetas, são as células essencial para a coagulação do sangue.

E o próprio Plasma que é a parte líquida do sangue, que tem cor amarelada e serve para levar água e nutrientes para os tecidos do corpo. Cerca de 90% do plasma é água pura — onde se dissolvem substâncias como proteínas, sais minerais, hormônios e glicose. 
Médula óssea e produção do sangue. Imagem: THIAGO LYRA e ERIKA ONODERA.Versão original publicada  em Saúde
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/plano-de-aula-biologia-medula-ossea-712486.shtml
Cada célula possuí um ciclo de vida e estão sempre sendo renovadas e é na Medula Óssea que ocorre a produção das células novas, que atingem a corrente sanguínea e substituem as células velhas que são eliminadas pelo organismo.
Na maioria dos animais ocorre a presença de algum tipo de "sangue" e de um "sistema circulatório". Junto ao Sistema Circulatório existe o Sistema Linfático, que é um assunto para outra hora.


domingo, 19 de maio de 2013

Entenda como o corpo humano reage ao frio

A temperatura do ambiente é a mesma para todos. A do corpo também. Então por que sentimos frio de formas diferentes? Decifre os alertas do nosso organismo

Se todo mundo tem a mesma temperatura corporal, o que faz uma pessoa ser mais friorenta que a outra? E homens sentirem menos frio que as mulheres? E por que a gente treme quando sente frio? Como é de costume na natureza, nada é por acaso – todos esses efeitos têm uma razão de ser, uma justificativa biológica conhecida pelos cientistas.

Todo mundo já passou frio. Essa sensação é causada por sensores espalhados pelo nosso corpo – algumas pessoas têm mais que outras e a localização deles também varia. Quanto mais sensor, mais severa a percepção de frio, mais friorenta a pessoa. Se eles estiverem concentrados na orelha, é nesse ponto que a pessoa sofrerá mais, obviamente. Esses sensores servem só para o frio, ignorando completamente o calor.
Com pequenas variações, a sua temperatura corporal, a de um esquimó do Alasca e a de um beduíno na Jordânia será a mesma: 36,5ºC. Se passar de 42ºC ou baixar pra menos de 30ºC, você provavelmente está morrendo. A sensação de frio, portanto, é um alerta para que você fique em algum lugar nessa faixa.

A gente fica arrepiado por causa do músculo que cada pelo tem na superfície da pele. Com o frio, esse músculo se contrai e o pelo fica eriçado. Com todos os pelos arrepiados, forma-se uma camada de ar que preserva o calor bem junto à nossa pele.

Os músculos parecem ter um papel essencial nessa equação toda. O princípio básico é: quanto mais músculo, menos frio. Exatamente por isso que elas sofrem mais que eles nesse aspecto – em média, o corpo dos homens têm 45% de músculos, contra 25% das mulheres. Além disso, ser friorenta é um jeito de fazer com que elas fiquem mais precavidas em relação ao frio, protegendo um eventual feto das baixas temperaturas. Em relação ao queixo batendo e a tremedeira involuntária que sentimos durante uma rajada de vento gelado, isso é só um jeito do corpo se movimentar e, portanto, se aquecer. 
 
Fonte: http://revistagalileu.globo.com

sexta-feira, 15 de março de 2013

Cientistas confirmam que nova partícula é o bóson de Higgs

 

15 Março 2013 por: Redação Horizonte MS/Foto: Divulgação

Cientistas do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês), anunciaram na quinta-feira (14), em uma conferência na Itália, que após diversas análises dos traços de uma partícula descoberta no Grande Colisor de Hádrons (LHC), foi confirmada como sendo o bóson de Higgs.

A partícula foi proposta em uma teoria de 1964, e é considerada como uma peça chave para compreensão da formação de todo o universo.  No modelo padrão da física de partículas, a expectativa é de que o bóson ao decair emite bósons W e Z, o que efetivamente acontece  com os experimentos do LHC.

Descoberta em julho de 2012, a partícula popularmente conhecida por partícula de Deus, faz parte do mecanismo que proporciona massa a toda a matéria, e tem seu nome em razão de Peter Higgs, que é um dos físicos que postularam sua existência. Na época da descoberta, os cientistas do Cern não chegaram a confirmar que se tratava do Bóson com 100% de certeza, mas havia fortes indícios.

A confirmação da partícula consolida a teoria de que os objetos ganham massa quando seus átomos e elétrons interagem com o campo de energia que contém bósons de Higgs. Porém os cientistas não sabem se o bóson encontrado é a partícula definida na teoria original ou se é um de vários, como definido em outras teorias que ampliam o modelo do bóson de Higgs.

Por enquanto fica estabelecido que o bóson de Higgs existe. Análises mais apuradas poderão ser feitas após a reforma do LHC, que de acordo com um comunicado do Cern, em fevereiro, ficará desativado por dois anos, retornando em 2015. A expectativa é que a reforma possa garantir uma potência de colisão de 14 TeV (teraelétrons-volt ou trilhões de elétrons-volt), em detrimento dos atuais 8 TeV.

FONTE - http://www.horizontems.com.br/noticias-ler/cientistas-confirmam-que-nova-particula-e-o-boson-de-higgs/2574

domingo, 30 de dezembro de 2012

Achantina fulica

                O Caramujo Africano (Achantina  fulica) foi introduzido no Brasil por volta do ano de 1988, com objetivo meramente comercial como alimento - o "escargots" - contudo muitos que trouxeram o molusco abandonaram seus projetos e não tiveram a preocupação com as consequencias em deixar ou abandonar o animal, nos rios, matas e soltos sem nenhum tipo de controle biológico, resultado - A Invasão do Caramujo Africano. 
                A meu ver não podemos fazer muita coisa, e em uma conversa informal, já houvi de tudo, - joga veneno, cal vegetal, sal grosso, mas o que pode ser feito mesmo, ninguem confirma o que dará certo. Sem falar que pode transmitir várias doenças ao homem - como a meningite e angiostrongilose abdominal. Não há nenhum estudo sobre os predadores desse pequeno animal, mas li na internet que em algumas fazendas nas regiões da Mata Atlântica, algumas especies de lagartos estariam predando os caramujoas que estavam se reproduzindo em grandes quantidades. 
              Mas, de qualquer forma, não oriento a ninguém a jogar qualquer substância no quintal sem realizar o devido estudo, mas em pricípio o caramujo pode ser coletado um a um em recepiente resistente ao fogo para ser incinerado, para evitar a continuidade da espécie, procurar locais com sombra e umidade no quintal que é onde eles se reproduzem e depositam os ovos e, acima de tudo, deixar o quintal sempre limpo.
              Uma boa opção é a criação de galináceos cujo a alimentação se baseia em pequenos invertebrados e material vegetal, mantendo assim o quintal limpo.